sexta-feira, 6 de fevereiro de 2015

Jornal Record News - João Antônio de Moraes (FUP)



Entrevista esclarecedora. Conteúdo bem apropriado por quem vive a rotina da Petrobrás, uma das maiores empresas petrolíferas do mundo, tecnologia avançada na área, com posição estratégica no mercado ocidental.

Resistir ao ataque da NSA (espionagem dos EUA com a Petrobras, delatada por Edward Snowden), resistir a pressão do imperialismo estadunidense com interesse óbvio no mercado do petróleo e na privatização da Petrobras, resistir ao ataque permanente e agressivo  das velhas mídias que querem acabar com os interesses coletivos sociais do povo brasileiro, resistir ao ataque de longos anos, do FHC/PSDB, na tentativa absurda de vender todos os bens do Brasil a preço de banana aos EUA. É questão de puro heroismo e resistência nossa,  povo do Brasil, que vamos pras ruas,  às urnas, ao ativismo,  enfrentamos balas, armas, tanques, gás, truculência, PM corrupta, etc.   

A quem interessa acabar com a Petrobrás?

 DEFENDER A PETROBRÁS É DEFENDER O BRASIL 

"Há quase um ano o País acompanha uma operação policial contra evasão de divisas que detectou evidências de outros crimes, pelos quais são investigadas pessoas que participaram da gestão da Petrobrás e de empresas fornecedoras. A ação institucional contra a corrupção tem firme apoio da sociedade, na expectativa de esclarecimento cabal dos fatos e rigorosa punição dos culpados.

É urgente denunciar, no entanto, que esta ação tem servido a uma campanha visando à desmoralização da Petrobrás, com reflexos diretos sobre o setor de Óleo e Gás, responsável por investimentos e geração de empregos em todo o País; campanha que já prejudicou a empresa e o setor em escala muito superior à dos desvios investigados.

A Petrobrás tem sido alvo de um bombardeio de notícias sem adequada verificação, muitas vezes falsas, com impacto sobre seus negócios, sua credibilidade e sua cotação em bolsa. É um ataque sistemático que, ao invés de esclarecer, lança indiscriminadamente a suspeita sobre a empresa, seus contratos e seus 86 mil trabalhadores dedicados e honestos.

Assistimos à repetição do pré-julgamento midiático que dispensa a prova, suprime o contraditório, tortura a jurisprudência e busca constranger os tribunais. Esse método essencialmente antidemocrático ameaça, hoje, a Petrobrás e suas fornecedoras, penalizadas na prática, enquanto empresas produtivas, por desvios atribuídos a pessoas físicas."   veja mais: http://www.viomundo.com.br/denuncias/fup-punir-corruptos-mas-sem-destruir-petrobras.html

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