quarta-feira, 27 de abril de 2016
Glen Greenwald: Chocado com mentiras da Rede Globo
Parabéns, Green Greenwald e David Miranda. Vocês nos representam. Gleen, você já é brasileiro. O Brasil inteiro agradece por tudo que vocês dois estão fazendo de bem ao Brasil. Seu ativismo vai mudar a cada da ditadura midiática no brasil. Voces já entraram para a história do país! Estamos todos juntos!
sexta-feira, 22 de abril de 2016
Pronunciamento da Presidente Dilma na ONU BRASILl: SOB O OLHAR DO MUNDO
Pronunciamento da Presidente Dilma na ONU
BRASILl: SOB O OLHAR DO MUNDO
"O fato é que o mundo consegue ver o que uma boa parte da sociedade brasileira e sua imprensa monolítica não veem."
VLADIMIR SAFATLE
"Dilma está absolutamente certa em querer ir à ONU denunciar o golpe de Estado brasileiro. Sensibilizar a opinião pública mundial para o que está ocorrendo em nosso país é obrigação de todos os que querem uma democracia real no Brasil. Afinal, é sintomático que a imprensa mundial não tenha engolido o enredo do impeachment como prova de força da democracia brasileira, nem o enredo das "pedaladas fiscais" como crime supremo e o carnaval macabro do Congresso de Cunha como festa cívica da moralidade nacional. Tal cenário não é a expressão da consolidação democrática, mas a degradação final das ilusões políticas gestadas na Nova República."
"O fato é que o mundo consegue ver o que uma boa parte da sociedade brasileira e sua imprensa monolítica não veem. Basta ler qualquer livro de realismo fantástico latino-americano para saber de onde saiu essa história de políticos corruptos procurando livrar o país da corrupção, de vice-presidentes sedentos de poder desestabilizando presidentes eleitos, de paladinos da Justiça que aplicam a lei de acordo com a conveniência do momento, de deputados homenageando torturadores em nome da democracia.
Essa teia de contradições que parecem se acomodar em uma naturalização da irracionalidade veio das páginas mais arcaicas da turbulenta história política de nosso continente. Ela é apenas a expressão de um arcaísmo que agora volta para tomar de vez as rédeas do governo.
Infelizmente, esse final farsesco já estava inscrito como uma possibilidade. Afinal, uma das maiores ilusões da Nova República foi acreditar que a redemocratização brasileira exigia de seus principais atores políticos a capacidade de tecer alianças com os setores mais arcaicos da sociedade.
Oligarcas locais que pareciam ter saído de novelas de Dias Gomes, pastores especialistas em lavagem de dinheiro, amantes de torturadores e do porrete do Exército, batedores de carteiras e medalhas, cruzados contra a "ideologia de gênero", devotos da motosserra, exportadores de carne enlatada para a África, homens brancos acostumados aos escaninhos da burocracia partidária foram cortejados por todos os que pregavam a ética da responsabilidade diante das "exigências de governabilidade".
Estes venderam a promessa de que a conciliação com tais setores era necessária para um processo lento, gradual e seguro de reformas que colocariam enfim o Brasil no compasso da modernidade. Eis a astúcia suprema dos que nos governaram nas últimas décadas: aliar-se ao atraso para garantir o progresso. O resultado está aí para o mundo inteiro admirar.
Os que defendem o impeachment discordam do cenário desenhado aqui. Eles afirmam que tudo foi feito respeitando a legalidade, que essa história de "golpe" é fruto de uma bem orquestrada ação de comunicação do governo, que há sim uma ressurreição cívica do povo brasileiro. Eles querem nos empurrar a ideia de que é justo porque está na lei, mesmo que a lei seja aplicada de maneira distorcida, por agentes animados por interesses escusos e pressionados por uma histeria midiática dada ao linchamento público de quem não comunga de sua cartilha.
No entanto, coloquem para si algumas questões. Não há tribunal algum no mundo cujo júri seja composto por cidadãos indiciados e por um juiz réu. O único lugar onde isso ocorre na galáxia é na Câmara brasileira dos Deputados com seu julgamento de impeachment. Por outro lado, se há um crime cuja gravidade é tamanha a ponto de levar ao afastamento de uma presidenta, então quem faz crimes semelhantes deve ser imediatamente afastado. Dilma será afastada pelas "pedaladas fiscais", que já foram utilizadas por 14 governadores, inclusive Alckmin e Richa. Diz a razão que eles também deveriam ser imediatamente afastados, pois cometeram crime agora compreendido como da mais alta gravidade. No entanto, isso não ocorreu nem ocorrerá porque o crime foi, na verdade, um pretexto, nada mais que isso, um simples pretexto.
Freud costumava dizer que a razão fala baixo, mas nunca se cala. Queiram ou não a história será escrita lembrando que, em 2016, o Brasil sofreu um golpe de Estado que lhe deu, de vez, as feições de um Estado oligárquico; que parte de sua população foi às ruas contra a corrupção aceitando jogar o país nas mãos do PMDB, simplesmente o partido com maior número de casos de corrupção na história da Nova República. Pode-se enganar alguns com essa história, mas não se engana o mundo inteiro.
http://leiturasmarona.blogspot.com.br/2016/04/vladimir-safatle-sob-o-olhar-do-mundo.html
BRASILl: SOB O OLHAR DO MUNDO
"O fato é que o mundo consegue ver o que uma boa parte da sociedade brasileira e sua imprensa monolítica não veem."
VLADIMIR SAFATLE
"Dilma está absolutamente certa em querer ir à ONU denunciar o golpe de Estado brasileiro. Sensibilizar a opinião pública mundial para o que está ocorrendo em nosso país é obrigação de todos os que querem uma democracia real no Brasil. Afinal, é sintomático que a imprensa mundial não tenha engolido o enredo do impeachment como prova de força da democracia brasileira, nem o enredo das "pedaladas fiscais" como crime supremo e o carnaval macabro do Congresso de Cunha como festa cívica da moralidade nacional. Tal cenário não é a expressão da consolidação democrática, mas a degradação final das ilusões políticas gestadas na Nova República."
"O fato é que o mundo consegue ver o que uma boa parte da sociedade brasileira e sua imprensa monolítica não veem. Basta ler qualquer livro de realismo fantástico latino-americano para saber de onde saiu essa história de políticos corruptos procurando livrar o país da corrupção, de vice-presidentes sedentos de poder desestabilizando presidentes eleitos, de paladinos da Justiça que aplicam a lei de acordo com a conveniência do momento, de deputados homenageando torturadores em nome da democracia.
Essa teia de contradições que parecem se acomodar em uma naturalização da irracionalidade veio das páginas mais arcaicas da turbulenta história política de nosso continente. Ela é apenas a expressão de um arcaísmo que agora volta para tomar de vez as rédeas do governo.
Infelizmente, esse final farsesco já estava inscrito como uma possibilidade. Afinal, uma das maiores ilusões da Nova República foi acreditar que a redemocratização brasileira exigia de seus principais atores políticos a capacidade de tecer alianças com os setores mais arcaicos da sociedade.
Oligarcas locais que pareciam ter saído de novelas de Dias Gomes, pastores especialistas em lavagem de dinheiro, amantes de torturadores e do porrete do Exército, batedores de carteiras e medalhas, cruzados contra a "ideologia de gênero", devotos da motosserra, exportadores de carne enlatada para a África, homens brancos acostumados aos escaninhos da burocracia partidária foram cortejados por todos os que pregavam a ética da responsabilidade diante das "exigências de governabilidade".
Estes venderam a promessa de que a conciliação com tais setores era necessária para um processo lento, gradual e seguro de reformas que colocariam enfim o Brasil no compasso da modernidade. Eis a astúcia suprema dos que nos governaram nas últimas décadas: aliar-se ao atraso para garantir o progresso. O resultado está aí para o mundo inteiro admirar.
Os que defendem o impeachment discordam do cenário desenhado aqui. Eles afirmam que tudo foi feito respeitando a legalidade, que essa história de "golpe" é fruto de uma bem orquestrada ação de comunicação do governo, que há sim uma ressurreição cívica do povo brasileiro. Eles querem nos empurrar a ideia de que é justo porque está na lei, mesmo que a lei seja aplicada de maneira distorcida, por agentes animados por interesses escusos e pressionados por uma histeria midiática dada ao linchamento público de quem não comunga de sua cartilha.
No entanto, coloquem para si algumas questões. Não há tribunal algum no mundo cujo júri seja composto por cidadãos indiciados e por um juiz réu. O único lugar onde isso ocorre na galáxia é na Câmara brasileira dos Deputados com seu julgamento de impeachment. Por outro lado, se há um crime cuja gravidade é tamanha a ponto de levar ao afastamento de uma presidenta, então quem faz crimes semelhantes deve ser imediatamente afastado. Dilma será afastada pelas "pedaladas fiscais", que já foram utilizadas por 14 governadores, inclusive Alckmin e Richa. Diz a razão que eles também deveriam ser imediatamente afastados, pois cometeram crime agora compreendido como da mais alta gravidade. No entanto, isso não ocorreu nem ocorrerá porque o crime foi, na verdade, um pretexto, nada mais que isso, um simples pretexto.
Freud costumava dizer que a razão fala baixo, mas nunca se cala. Queiram ou não a história será escrita lembrando que, em 2016, o Brasil sofreu um golpe de Estado que lhe deu, de vez, as feições de um Estado oligárquico; que parte de sua população foi às ruas contra a corrupção aceitando jogar o país nas mãos do PMDB, simplesmente o partido com maior número de casos de corrupção na história da Nova República. Pode-se enganar alguns com essa história, mas não se engana o mundo inteiro.
http://leiturasmarona.blogspot.com.br/2016/04/vladimir-safatle-sob-o-olhar-do-mundo.html
quinta-feira, 21 de abril de 2016
Sinto vergonha de mim - Rolando Boldrin HD
Parabéns, Boldrin. Você é um alento que acarinha nossa alma e nos dá força pra lutar.
Me pergunto, diante da Constituição rasgada, justamente por quem deveria cuidá-la:
como ser civil neste covil?
#SenadoNãoNosRepresenta #STFNãoNosRepresenta
#FimDasMúmiasDoSTF #FimDoPolíticoProfissional #AquiGolpeNãoPassará #1964NuncaMais
#DilmaFica #FicaQuerida #LutaContinua #aGlobodeveserdestruida #MundoContraOGolpe.
Este poema é de autoria de CLEIDE CANTON, e a última estrofe é de RUI BARBOSA.
Em 1914 Rui Barbosa fez um pronunciamento no Senado usando esse poema, que é atemporal (servia como protesto em 1914 e serve até hoje). Talvez sirva para os próximos anos, que vergonha de tudo isto!.
sábado, 16 de abril de 2016
Pronunciamento oficial Dilma Rousseff Dia 15 de abril fala ao povo brasi...
Dilma em pronunciamento: “O Brasil e a democracia não merecem tamanha farsa”
Todas as verdades que todo brasileiro sente vontade de gritar nas ruas. Palavra certas, sóbrias e justas. Parabéns Presidente, por nos honrar com a sua coragem e força. Estamos todo juntos. Nós, o povo somos a sua base aliada, quase 55 milhões de votos.
"Somos filhos de um novo Brasil"
"O nosso legado é não deixar que a Democracia se perca"
O Brasil se move pelo seu destino: A construção da Democracia
De geração em geração...revitalizamos e melhoramos as boas causas, a Justiça, o progresso social,
o humanismo, a lucidez e tudo o que prezamos, são montanhas a que cada geração levou um grão,
e outro, e mais outro para ser formada... Porque não somos pedras, não somos indiferentes, podemos nos mover, podemos mudar as coisas.
É por isto que não iremos parar nunca. Somos arquitetos da Democracia. Ela é jovem e está em
construção, coube a os mais civilizados, o papel de construtores. DEMOCRACIA é a palavra.
***************
Todos nós sabemos que, QUANTO MAIS CORRUPTO, mais contra DILMA.
Quanto mais preso a Lava jato, mais contra Dilma, simples assim... São 512 deputados sendo liderados passivamente por Cunha delinquente, um sociopata, isso por si só já é Golpe!
Um bandido, lesa pátria, perigoso manipulador não pode exercer cargo de liderança... como assim?! Que justiça é essa?! Estamos todos loucos, ou a justiça, as múmias embalsamadas do STF, rasgaram de vez a constituição de 1988?
#1964NuncaMais #GolpeAquiNãoPassará #RespeitemMeuVoto
Pronunciamento oficial Dilma Rousseff Dia 15 de abril fala ao povo brasileiro 2016
https://www.youtube.com/watch?v=o5xyx78kDFo
sexta-feira, 15 de abril de 2016
Mensagem de Lula aos deputados sobre o impeachment
Publicado a 15/04/2016
Vídeo: Ricardo Stuckert/Instituto Lula
Leia a transcrição da fala abaixo:
"Meus amigos e minhas amigas,
Quero falar com vocês, e especialmente com os nossos deputados, sobre o momento histórico que o país está vivendo.
Em 1988, aprovamos uma constituição democrática, que restabeleceu a liberdade e o estado de direito, depois de 21 anos de ditadura.
E a partir de 2003, como todos sabem, o Brasil mudou muito e mudou para melhor.
Juntos, superamos grandes desafios econômicos, políticos e sociais.
Juntos, vencemos a fome e começamos a reduzir a desigualdade.
Derrubamos o muro que dividia o Brasil entre os que tudo podiam e os que sempre ficaram à margem da história.
Vocês sabem que foi preciso muito esforço, muito sacrifício, para o Brasil conquistar respeito e credibilidade diante do mundo.
Para ser reconhecido como um país sério, com instituições sólidas e confiáveis.
Todo esse esforço pode ser jogado fora por um passo errado, um passo impensado, no próximo domingo.
Os deputados têm de pensar com muita serenidade sobre isso.
Uma coisa é divergir do governo, criticar os erros e cobrar mais diálogo e participação.
Este é o papel do legislativo, que deve ser e será respeitado.
Outra coisa é embarcar em aventuras, acreditando no canto de sereia dos que se sentam na cadeira antes da hora.
Quem trai um compromisso selado nas urnas não vai sustentar acordos feitos nas sombras.
Eu estou convencido de que o golpe do impeachment não passará.
Derrubar um governo eleito democraticamente sem que haja um crime de responsabilidade não vai consertar nada.
Só vai agravar a crise.
Ninguém conseguirá governar um país de 200 milhões de habitantes, uma das maiores economias do mundo, se não tiver a legitimidade do voto popular.
Ninguém será respeitado como governante se não respeitar, primeiro, a constituição e as regras do jogo democrático.
Ninguém será respeitado se não prosseguir no combate implacável à corrupção.
É isso que a sociedade exige.
Meus amigos, minhas amigas.
Não se pode brincar com a democracia.
A comunidade internacional já percebeu que o processo de impeachment não passa de um golpe.
São extraordinárias as manifestações em defesa da legalidade em todos os cantos do país.
Elas alertam que, fora da democracia, o que vai existir é o caos e a incerteza permanente.
O Brasil precisa de paz e de estabilidade para retomar o caminho do desenvolvimento.
Derrotado o impeachment, já na segunda-feira, independente de cargos, estarei empenhado, junto com a presidenta Dilma, para que o Brasil tenha um novo modo de governar.
Nessa próxima etapa, vou usar minha experiência de ex-presidente para ajudar na reconstrução do diálogo e unir o país.
O Brasil tem plenas condições de voltar a crescer, gerando empregos e distribuindo renda.
Vocês se lembram:
Foi graças ao diálogo que fiz um governo em que todos os setores ganharam.
É verdade que o Brasil e o mundo enfrentam hoje uma situação difícil na economia.
É verdade que o governo tem falhas, que precisam ser corrigidas.
Mas nós já fomos capazes de superar grandes desafios e saberemos fazer isso mais uma vez.
Todos nós sabemos qual é o caminho.
É com responsabilidade, com maturidade, respeitando todas as forças políticas, os agentes econômicos e os movimentos sociais.
Vamos reafirmar a credibilidade do país lá fora e resgatar, aqui dentro, a confiança que sempre tivemos no futuro do Brasil.
Por isso, peço a todos que confiem na minha palavra e mantenham a defesa da democracia.
Vamos derrotar o impeachment e encerrar de vez essa crise.
E juntos, novamente, vamos fazer do Brasil um país cada vez maior e mais justo, com oportunidades para todos.
Muito obrigado."
Leia a transcrição da fala abaixo:
"Meus amigos e minhas amigas,
Quero falar com vocês, e especialmente com os nossos deputados, sobre o momento histórico que o país está vivendo.
Em 1988, aprovamos uma constituição democrática, que restabeleceu a liberdade e o estado de direito, depois de 21 anos de ditadura.
E a partir de 2003, como todos sabem, o Brasil mudou muito e mudou para melhor.
Juntos, superamos grandes desafios econômicos, políticos e sociais.
Juntos, vencemos a fome e começamos a reduzir a desigualdade.
Derrubamos o muro que dividia o Brasil entre os que tudo podiam e os que sempre ficaram à margem da história.
Vocês sabem que foi preciso muito esforço, muito sacrifício, para o Brasil conquistar respeito e credibilidade diante do mundo.
Para ser reconhecido como um país sério, com instituições sólidas e confiáveis.
Todo esse esforço pode ser jogado fora por um passo errado, um passo impensado, no próximo domingo.
Os deputados têm de pensar com muita serenidade sobre isso.
Uma coisa é divergir do governo, criticar os erros e cobrar mais diálogo e participação.
Este é o papel do legislativo, que deve ser e será respeitado.
Outra coisa é embarcar em aventuras, acreditando no canto de sereia dos que se sentam na cadeira antes da hora.
Quem trai um compromisso selado nas urnas não vai sustentar acordos feitos nas sombras.
Eu estou convencido de que o golpe do impeachment não passará.
Derrubar um governo eleito democraticamente sem que haja um crime de responsabilidade não vai consertar nada.
Só vai agravar a crise.
Ninguém conseguirá governar um país de 200 milhões de habitantes, uma das maiores economias do mundo, se não tiver a legitimidade do voto popular.
Ninguém será respeitado como governante se não respeitar, primeiro, a constituição e as regras do jogo democrático.
Ninguém será respeitado se não prosseguir no combate implacável à corrupção.
É isso que a sociedade exige.
Meus amigos, minhas amigas.
Não se pode brincar com a democracia.
A comunidade internacional já percebeu que o processo de impeachment não passa de um golpe.
São extraordinárias as manifestações em defesa da legalidade em todos os cantos do país.
Elas alertam que, fora da democracia, o que vai existir é o caos e a incerteza permanente.
O Brasil precisa de paz e de estabilidade para retomar o caminho do desenvolvimento.
Derrotado o impeachment, já na segunda-feira, independente de cargos, estarei empenhado, junto com a presidenta Dilma, para que o Brasil tenha um novo modo de governar.
Nessa próxima etapa, vou usar minha experiência de ex-presidente para ajudar na reconstrução do diálogo e unir o país.
O Brasil tem plenas condições de voltar a crescer, gerando empregos e distribuindo renda.
Vocês se lembram:
Foi graças ao diálogo que fiz um governo em que todos os setores ganharam.
É verdade que o Brasil e o mundo enfrentam hoje uma situação difícil na economia.
É verdade que o governo tem falhas, que precisam ser corrigidas.
Mas nós já fomos capazes de superar grandes desafios e saberemos fazer isso mais uma vez.
Todos nós sabemos qual é o caminho.
É com responsabilidade, com maturidade, respeitando todas as forças políticas, os agentes econômicos e os movimentos sociais.
Vamos reafirmar a credibilidade do país lá fora e resgatar, aqui dentro, a confiança que sempre tivemos no futuro do Brasil.
Por isso, peço a todos que confiem na minha palavra e mantenham a defesa da democracia.
Vamos derrotar o impeachment e encerrar de vez essa crise.
E juntos, novamente, vamos fazer do Brasil um país cada vez maior e mais justo, com oportunidades para todos.
Muito obrigado."
quinta-feira, 14 de abril de 2016
A Globo é incompatível com a Democracia
Depois de 21 anos de ditadura, ainda não fechamos a Tv Globo.
A Tv Globo, nunca deixou democratizar a mídia no Brasil. Ela é incompatível com a Democracia.
Vários paises com regimes ditatoriais mais toscos que o do Brasil, não têm globo...
O Brasil é o único país do mundo que o futebol é transmitido de madrugada. Se o trabalhador quiser assistir o Corinthians, não vai dormir para ver futebol. A Tv Globo, manda no futebol, não só no futebol...ela tira e põe técnico... Ela tira e coloca ministro...A Tv Globo se acha dona do Brasil. E ninguém contesta. Ela é uma fora da lei, porque a lei obsoleta é de 1962.
A Globo é incompatível com a Democracia
https://www.youtube.com/watch?v=G8j2AS0-f6I
quarta-feira, 13 de abril de 2016
"Cunha chantageou deputado", acusa Wadih Damous
Militância, mantenham-se unidos, conscientes e firmes na luta contra o golpe.
Não se deixem levar pela Tv Golpista. Ela quer desmobilizar a esquerda!
Não se envolvam e nem se distraiam, MOBILIZADOS, pela Democracia!
#NãoVaiTerGolpe!
Os que se isolaram sentirão o peso da solidão
BOICOTE REDE GOLPE!!!
A TV Globo, terá o fim que merece! Não há mal que dure para sempre!
Cúmplice principal e articuladora chefe de todos os golpes ao estado de direito no Brasil a Tv Globo, terá o troco que merece do povo brasileiro. Não tenham dúvidas!
Parabéns Tv Russa!
Parabéns PHA!
Pensem no futuro dos nossos filhos e netos!
Consciência crítica, é agora!
quinta-feira, 7 de abril de 2016
Discussão em audiência da "lava jato"
Vídeo bomba, advogados enfrentam Moro em audiência da Lava Jato e o acusam de conduzir um processo ilegal.
Advogados acusam Moro de conduzir um processo ilegal
De O Cafezinho, via GGN
Uma leitora amiga me manda um vídeo impressionante, que traz os advogados de Fernando Soares, um dos réus da Lava Jato, protestando veementemente contra as artimanhas do Ministério Público e do juiz Sergio Moro para enganar a defesa e manipular o processo.
A cena do vídeo é uma sala da 2ª Vara Federal de Curitiba, e os personagens principais são Sergio Moro, dois advogados de defesa, e um procurador que não aparece no vídeo.
Em determinado momento, um dos procuradores ofende o advogado, falando em chicana. Joaquim Barbosa, realmente, fez escola.
O advogado, porém, responde à altura.
São dois advogados. O segundo a falar é Nelio Machado, um dos maiores criminalistas do país, que denuncia: nunca, diz ele, em 30 anos de profissão, testemunhei um desrespeito tão gritante à Constituição e ao direito da defesa.
Machado falou que até mesmo a Constituição do Estado Novo, de inspiração fascista, trazia garantias na lei que respeitavam a defesa dos réus, garantias estas que Sergio Moro tem agredido sistematicamente, com vistas a promover, sabe-se lá com que intenções, um circo midiático-judicial.
(Sobre Nélio Machado, ler esse post, do professor Rogério Dultra).
Talvez Moro tenha intenção de seguir o exemplo de Ayres Brito e escrever o prefácio do próximo livro de Merval Pereira, e ganhar uma sinecura de luxo no Instituto Innovare, da Globo.
Machado explica ainda ao procurador mal educado e ignorante que o Ministério Público, segundo a Constituição cidadã de 88, tem como dever auxiliar a justiça. O procurador não é um justiceiro cuja função é apenas acusar. Sua função não é ver o réu como um “inimigo” a ser esmagado a qualquer custo. Não. Sua função, assim como a do advogado, é a de defender a lei.
“Não existe hierarquia entre advogado e Ministério Público, ambos são auxiliares da lei”, ensinou Machado.
O vídeo é uma bomba.
É notório, no vídeo, que Sergio Moro não atua como magistrado, mas como um rancoroso beleguim, um verdadeiro inimigo do réu e dos advogados de defesa, imitando o estilo Joaquim Barbosa.
Emblemático que ambos, Joaquim Barbosa e Sérgio Moro, tenham ganho o prêmio Faz Diferença da Globo. Quer dizer, prêmio não. Propina. O prêmio Faz Diferença deveria ser encarado como propina e os magistrados que o recebem deveriam ser acusados de corrupção, porque é um prêmio que vale mais que dinheiro. Com esse prêmio em mãos, os magistrados podem ganhar dinheiro como celebridades políticas, fazendo palestras pagas com dinheiro público, como está fazendo, sem nenhuma vergonha, Joaquim Barbosa.
Qualquer um pode ganhar prêmio: políticos, empresários, artistas. Juiz não. Juiz não deve ganhar nenhum prêmio. O que ele faz é um dever público, uma obrigação, pela qual recebe os maiores salários e as maiores regalias oferecidas pelo contribuinte a um servidor: almoço, transporte, habitação até roupa grátis, longas férias anuais.
Por tudo isso, juízes tem de ser sérios, moderados e justos. Nunca devem se deixar levar por pressões de mídia e jamais devem se portar como acusadores ou inimigos dos réus.
A outra notícia bombástica é um regaste de uma informação publicada, ano passado, num dos blogs da Carta Capital.
O post confirma uma denúncia que já fizemos aqui, com base num depoimento de Roberto Bertholdo, advogado condenado na 2ª Vara Criminal de Curitiba, onde atua Sergio Moro.
Segundo consta em matéria da Folha de 11 de março de 2006, Bertholdo declarou que seria “condenado por um esquema montado na 2ª Vara Federal Criminal, que criou a ‘indústria da delação premiada’. Segundo ele, Youssef entregou doleiros no Brasil inteiro e se apropriou de seus clientes.”
Eu gostaria de saber: nenhum jornal jamais quis saber a validade dessa denúncia? Que indústria da delação é essa? E que história é essa de que o esquema foi montado dentro da 2ª Vara Federal Criminal, a mesma onde atuava e atua Sergio Moro?
Não vale falar que Bertholo é um condenado. Se a voz de Youssef é ouvida pela justiça, pelo ministério público e pela imprensa, porque não ouvir Bertholo?
A matéria publicada num dos blogs da Carta Capital, o blog do Serapião, confirma a denúncia de Bertholdo.
Youssef delatou os principais doleiros do país, por ocasião da “delação premiada” que lhe foi oferecida por Moro e pelos mesmos procuradores que hoje integram esta conspiração judicial em que se transformou a Lava Jato.
O doleiro vem operando, há tempos, como o personagem da série Black List, estrelada por James Spader: manipulando a delação para jogar o Estado contra seus inimigos e concorrentes, e beneficiar a si mesmo.
O “prêmio” que Youssef obteve, após suas primeiras delações, feitas em 2003, para o mesmo Sergio Moro, não foi uma mera redução de pena. Foi muito mais! Youssef tornou-se o maior doleiro do país, e ampliou suas conexões ilegais com figuras estratégicas da elite política.
É incrível que depois de ter feito isso, Youssef ainda tenha credibilidade na mídia e lhe seja oferecida novamente o privilégio da delação premiada, pelo mesmo Sergio Moro e pelos mesmos procuradores!
A indústria da delação premiada não só dá lucro como parece ser intocável! O sujeito delata seus concorrentes, conta um porção de mentiras à justiça, é solto, volta a roubar, agora na condição de maior doleiro do país, e se torna um heroi da mídia, sendo paparicado novamente por um juiz supostamente vingador e procuradores midiáticos (os mesmos da primeira delação!), e tudo porque aceita representar, com seu imenso talento para manipulação e a mentira, o papel de pivô de uma conspiração judicial.
A Lava Jato é uma repetição grotesca do que aconteceu na Ação Penal 470, e traz vários personagens repetidos, a começar por Sergio Moro, que escreveu o texto fascistoide com o qual Rosa Weber condenou Dirceu: aquele que traz uma frase que resumirá toda uma era de arbítrios midiático-judiciais: “Não tenho provas contra Dirceu, mas vou condená-lo porque a literatura assim me permite”.
Crédito do vídeo: Nilton Araújo. O original, mais longo, foi publicado no site Consultor Jurídico.
"A Lava Jato é uma repetição grotesca do que aconteceu na Ação Penal 470, e traz vários personagens repetidos, a começar por Sergio Moro, que escreveu o texto fascistoide com o qual Rosa Weber condenou Dirceu: aquele que traz uma frase que resumirá toda uma era de arbítrios midiático-judiciais: “Não tenho provas contra Dirceu, mas vou condená-lo porque a literatura assim me permite”.
Discussão em audiência da "lava jato"
https://www.youtube.com/watch?v=8ZvfXg89n0s
segunda-feira, 4 de abril de 2016
VISIONÁRIOS DO CAMINHO - THE WAYSEER MANIFESTO (Official Video HQ - Lege...
Luz e Caminho são alimentos das almas inquietas, curiosas, desobedientes... Somos felizes no meio do caos natural do caminho...
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